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Bolsonaro pede "regresso à normalidade"

No seu discurso nacional na terça-feira, Bolsonaro novamente descreveu o coronavírus como "um pouco de gripe".

Bolsonaro pede "regresso à normalidade"
Bolsonaro sublinhou, que de acordo com o seu histórico desportivo, ele não seria seriamente afetado pelo vírus.

Até agora, Bolsonaro resistiu a pedir que os brasileiros ficassem em casa e que as empresas fechassem por causa das preocupações em prejudicar a economia.

Bolsonaro também repreendeu governadores e prefeitos brasileiros que tomaram essas medidas.

Ele pediu aos brasileiros que combatam a doença sem interromper a economia.

Os índices de aprovação de Bolsonaro levaram um rombo. Uma pesquisa recente publicada pela empresa de sondagem Datafolha mostrou que apenas 34% dos brasileiros pesquisados consideraram o desempenho do presidente como "ótimo" ou "bom".

Esse é o nível mais baixo desde que ele assumiu o cargo no ano passado.

Nos últimos dias, moradores de São Paulo, Rio e Brasília começaram a bater em panelas e frigideiras nas suas janelas e varandas, a gritar "Bolsonaro Rua".

Bolsonaro lembra que “o grupo de risco é o grupo das pessoas acima dos 60 anos.

O número de casos positivos do novo coronavírus no Brasil ultrapassou na terça-feira os dois mil, com o país a registar 2,201 infetados e 46 mortos.

Na segunda-feira, o Brasil tinha 1.891 infetados, ou seja, registou-se um aumento de 310 casos em 24 horas, segundo o Ministério da Saúde brasileiro.

São Paulo é o estado brasileiro mais afetado pelo coronavírus, contabilizando 40 mortos e 810 infetados. Segue-se o Rio de Janeiro com seis óbitos e 305 casos confirmados de infeção.

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