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Maduro pede aos jovens para pegarem em armas para defender Venezuela

Membros do partido socialista da Venezuela e apoiantes do governo marcharam para a mansão executiva, conhecida como Palácio de Miraflores, na quarta-feira (12 de fevereiro) para comemorar o Dia Nacional da Juventude.

Maduro pede aos jovens para pegarem em armas para defender Venezuela
A Jornada da Juventude na Venezuela comemora uma batalha de 206 anos atrás, que ocorreu durante a Guerra da Independência, quando um general uniu forças com estudantes universitários para derrotar os monarquistas.

O presidente venezuelano Nicolás Maduro falou no comício, dizendo: "a juventude está a defender o nosso país contra traidores e “vira casacas” que vão ao exterior e pedem sanções", referindo-se ao líder da oposição venezuelana Juan Guaidó.

Esta quarta-feira, Guaidó chamou Maduro de "covarde" por supostamente deter o seu tio, que desapareceu desde que chegaram ao aeroporto principal de Caracas na terça-feira (11 de fevereiro).

Ao chegar à Venezuela, Guaidó disse que a pressão contra o governo de Maduro vai aumentar porque o país "sangra" e deve ser "salvo".

Guaidó, que é reconhecido por mais de 50 países como legítimo presidente da Venezuela, espera reviver a inércia de 2019, quando liderou uma onda de protestos contra Maduro.

Maduro chama Guaidó de fantoche apoiado pelos EUA e tenta derrubá-lo num golpe.

Na semana passada, Maduro explicou que a Escudo Bolivariano era uma operação especial, na qual seriam instalados o sistema de armas da Força Armada Bolivariana (FANB).

O presidente disse que os exercícios, que serão executados em Caracas e mais quatro cidades, servem para preparar o país a repelir agressões dos Estados Unidos e Colômbia, assim como combater a máfia que pratica o contrabando de combustível para países vizinhos.

Com estes acontecimentos, o Presidente Interino da Venezuela, Juan Guaidó, responsabiliza Nicolás Maduro pelo desaparecimento do tio. Juan José Márquez não é visto desde terça-feira.

O homem regressava da viagem pela Europa e pelos Estados Unidos, com o líder da oposição, quando foi intercetado pelas autoridades aduaneiras.

Juan José Marquez é piloto de avião e tem cinco filhos. A família garante que não se envolve em lutas políticas.


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