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Juan Guaidó aterra em Caracas e é recebido por um misto de festa e indignação

Juan Guaidó, líder da oposição venezuelana, regressou na terça-feira à Venezuela após uma digressão internacional de 23 dias, em que desafiou a proibição decretada pelo governo de Nicolas Maduro de viajar para o exterior.

Juan Guaidó aterra em Caracas e é recebido por um misto de festa e indignação
Guaidó chegou a Caracas num voo proveniente de Lisboa, de acordo com a Reuters.

Guaidó viajou num voo da TAP rumo a Caracas, onde foi recebido de forma agitada.

De um lado, apoiantes de Maduro terão agredido Guaidó, enquanto elementos da oposição saudavam o regresso do seu líder.

Os "maduristas" agrediram-no na cara e rasgaram-lhe a camisa, perante a indiferença dos agentes da Guarda Nacional Bolivariana (GNB, polícia militar).

O homem que também preside à Assembleia Nacional e é reconhecido como presidente interino por mais de 50 países anunciou o seu regresso pelo Twitter e foi recebido no Aeroporto Internacional de Caracas, onde aterrou cerca de 21.00 (17.00 em Caracas) proveniente de Portugal.

Os Estados Unidos tinham advertido o governo venezuelano que o presidente do parlamento venezuelano devia poder regressar de forma segura após após o seu périplo internacional que incluiu Washington.

O líder da oposição e presidente do parlamento da Venezuela, Juan Guaidó, regressa à Venezuela, depois de realizar um périplo, iniciado a 19 de janeiro, por Bogotá (Colômbia) e que o levou também a Inglaterra, Suíça, Espanha, Canadá, França e os EUA, onde se reuniu com diferentes governantes e inclusive com o Presidente norte-americano Donald Trump, respetivamente.

Num vídeo distribuído em Caracas, o líder opositor anunciou que regressaria em breve ao país e apelou aos venezuelanos a reativarem as mobilizações populares para derrotarem o Governo do Presidente Nicolás Maduro.

Segundo Juan Guaidó, "a ditadura é um perigo para todos no planeta" e é por isso que os seus aliados estão na disposição de aumentar a pressão até ao nível máximo que seja necessário.

A crise venezuelana agravou-se desde janeiro de 2019, quando o líder opositor e presidente do parlamento, Juan Guaidó, jurou publicamente assumir as funções de Presidente interino da Venezuela até conseguir afastar Nicolás Maduro do poder, convocar um governo de transição e eleições livres no país.

Os EUA foram o primeiro de mais de 50 países que manifestaram apoio a Juan Guaidó, entre eles Portugal, uma posição tomada no âmbito da União Europeia.


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