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Taxas dos EUA vão infligir tanto dano aos EUA quanto à China

As taxas adicionais cobradas pelos EUA sobre produtos chineses vão causar tanto dano aos EUA quanto à China, disse um artigo assinado pelo embaixador chinês no Reino Unido, publicado pelo Daily Telegraph

Taxas dos EUA vão infligir tanto dano aos EUA quanto à China
O artigo intitulado "As taxas dos EUA vão infligir tanto dano à América quanto à China" foi publicado no site do jornal. Enquanto isso, o artigo também foi publicado na versão impressa do jornal, sob o título "Os EUA deram um tiro no pé, mas um acordo comercial ainda está ao alcance".

No artigo, Liu apontou que os EUA deram um tiro no pé ao iniciar a guerra comercial com a China e deram à economia mundial já lenta uma dificuldade ainda maior ao iniciar a guerra comercial.De acordo com um relatório da Reserva Federal, as taxas sobre importações chinesas vão aumentar as despesas domésticas de cada família dos EUA em 831 dólares por ano, em média, e incorrem num custo total de três biliões de dólares em impostos para empresas e consumidores todos os meses, mencionou Liu no seu artigo.

Além disso, a Moody's Analytics prevê que, se os EUA seguirem as ameaças tarifárias pendentes, as empresas e os consumidores nos EUA terão de pagar 100 biliões de dólares nos próximos anos. Liu disse no artigo que o Fundo Monetário Internacional rebaixou a sua perspectiva de crescimento económico mundial para 3,2%, a menor dos últimos 10 anos.

A Organização Mundial do Comércio também previu o mais lento aumento do comércio global em três anos.Quanto às chaves para resolver os problemas comerciais, Liu disse que acha que o primeiro é sempre entrar nas negociações com boa fé, o segundo é a igualdade e o respeito mútuo, e o terceiro é a responsabilidade.

Liu disse que a China não quer escalar a guerra comercial, mas também não vai se render ás grandes questões de princípio. Chegou a hora dos EUA demonstrarem a sua boa fé e senso de responsabilidade e trabalharem com a China para chegar a um acordo mutuamente benéfico pelo meio da consulta e cooperação com base na igualdade e no respeito mútuo. Isso será bom para o povo de ambos os países e vai ajudar a garantir um crescimento constante da economia mundial.

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