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Maior presença internacional na Líbia pouco fez para aliviar a situação dos imigrantes

Os imigrantes estão presos num ciclo de detenções e abusos e impedidos de atravessar o Mediterrâneo por medidas apoiadas pela União Europeia.

Maior presença internacional na Líbia pouco fez para aliviar a situação dos imigrantes
Os centros de detenção na Líbia abrigam atualmente cerca de 5.200 migrantes, uma fração das centenas de milhares de migrantes presentes na Líbia, e são conhecidos pelas suas condições degradas e pelos abusos.

Vídeos obtidos pela Reuters mostram condições de vida limitadas e instalações sujas dentro do centro de detenção de Abu Salim, em Trípoli.

A Reuters não consegue ter acesso a centros de detenção há mais de um ano, já que o acesso à mídia foi restringido após um relatório da CNN em novembro de 2017, que mostrou que os migrantes estavam a ser negociados em leilões de escravos na Líbia.

As agências de ajuda humanitárias tentaram fazer uma parceria com o Governo de Acordo Nacional que foi criado em 2016 e é reconhecido internacionalmente para ajudar os migrantes que estão presos no país.

Mas, de acordo com o diretor executivo do Comitê Internacional de Resgate Sanj Srikanthan, ainda há uma necessidade de se concentrar em "ajuda de alta qualidade" e usar o financiamento para acabar com o ciclo de detenção para os migrantes.

A travessia de barcos com migrantes vindos da Líbia caiu drasticamente a partir de meados de 2017 devido a uma iniciativa liderada pelos italianos para interromper as redes de trafico e aumentar as intercetações da guarda costeira da Líbia, mas as Nações Unidas e os grupos de direitos humanos dizem que os migrantes ainda são expostos frequentemente à tortura, trabalhos forçados e violações. 

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