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Presidente Biya pede diálogo após mortes nas regiões anglófonas

Paul Biya apelou ao diálogo após as mortes em Kumbo, no sudoeste anglófono, e em Bamenda, resultantes de manifestações por uma declaração simbólica de independência desta região.

Presidente Biya pede diálogo após mortes nas regiões anglófonas
Pelo menos três pessoas morreram nas manifestações, duas foram feridas a tiros em Ndop, a 40 quilómetros de Bamenda, indicaram várias fontes.

Um jovem residente de Kumbo, cidade situada na região anglófona do sudoeste dos Camarões, foi morto no passado sábado pelas forças de segurança", anunciou um enfermeiro da cidade.

"Foi baleado durante uma operação de segurança na cidade, explicou o enfermeiro sob anonimato, acrescentando que o seu corpo havia sido depositado na morgue do hospital geral. A morte do jovem foi confirmada por um agente da segurança e vários moradores de Buéa, capital da região do sudoeste.

Em Kumbo, três prisioneiros que quiseram aproveitar as manifestações para fugir da prisão foram executados e no incidente três detidos ficaram feridos, segundo uma fonte próxima às autoridades regionais.

A cidade de Kumbo é conhecida como conflituosa: desde o início da crise provocada pela contestação anglófona ocorreram vários confrontos entre as forças da ordem e as populações.

O primeiro vice-presidente da Frente Social-democrata, Joshua Osih, insurgiu-se contra as forças de segurança que disparam com balas reais sobre os manifestantes”.

A União Europeia apelou a "todos os acores" a "mostrar contenção e responsabilidade, no respeito do Estado de direito e abstendo-se de qualquer cato de violência".

Desde Novembro de 2016, a minoria anglófona, que representa cerca de 20% dos 22 milhões de camaroneses, protesta contra o que chama de "marginalização", particularmente no ensino e na magistratura.

Alguns anglófonos exigem o regresso ao federalismo, enquanto uma minoria reclama a separação dos Camarões. Dois cenários que o governo de Yaoundé rejeita categoricamente.


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